• ABERTURA DE EMPRESAS

    Abertura e legalização de novos negócios. Procure sempre um profissional contábil...

  • PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

    Dispositivos legais, fiscais e tributários, inteligência fiscal, análise e controle da carga tributária...

  • POLÍTICAS EMPRESARIAIS

    Diagnóstico empresarial, fluxo operacional, potêncial econômico, alinhamento de processos, planejamento estratégico...

  • TREINAMENTOS

    Educação contábil, fiscal e tributária, orientação financeira, análise de custos e demais treinamentos (in company) para seus colaboradores...

  • DESTAQUE-SE

    Tenha a PAUTA ASSESSORIA como parceira estratégica...

Distribuição de Lucros



Sinopse: Além de uma obrigação das empresas, a Contabilidade é uma importante ferramenta para realizar a distribuição dos lucros. Saiba quais os procedimentos a serem tomados e os pontos que requerem atenção. - Participantes: Mauro Gallo, Doutor em Contabilidade e auditor fiscal aposentado da Receita Federal. Bruno Lucon, Consultor tributário. Umberto José Tedeschi, Empresário contábil e conselheiro do CRCSP.

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Substituição Tributária e Diferencial de Alíquota (STDA)



Sinopse: Todas as empresas regularmente inscritas no Simples Nacional devem transmitir a STDA, referente ao ano-base 2014. O prazo vai até outubro de 2015 e o acesso ao programa já está liberado. - Participantes: Renata Queiroz: Profissional da Contabilidade e advogada. Bethel Corcoruto Lombardi: Empresário da Contabilidade e conselheiro do CRCSP.

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Escrituração Contábil Fiscal (ECF)



No programa, todas as informações sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) que, a partir do ano-calendário 2014, deverá ser apresentada pelas Pessoas Jurídicas, inclusive as equiparadas, anualmente, no mês de setembro. - Participantes: Tiago Nascimento Borges Slavov; Doutor em Contabilidade e professor. Eliane Aparecida Maia; Empresária da Contabilidade e delegada regional do CRCSP em São José dos Campos.

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A importância de guardar e organizar documentos eletrônicos

Aumenta, no mercado, a quantidade de artigos e ofertas de armazenamento de documentos eletrônicos, em sua maioria Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e). Porém grande parte delas é superficial, com dados errôneos e, pasmem, não informando corretamente todos os documentos que precisam ser guardados e entregues ao fisco quando solicitados. Isso é preocupante, pois a desinformação que circula pode representar penalidades e multas muito severas, além do risco de prisão do empresário.

A legislação dita que para regulamentação dos documentos eletrônicos existem os Ajustes SINIEF, como afirmam os termos do artigo 100, inciso IV, do Código Tributário Nacional, onde os convênios que entre si celebram a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, são normas complementares das leis, dos tratados e das convenções internacionais e decretos. Uma vez firmado um Convênio e Ajuste SINIEF entre dois ou mais Estados ou DF (Distrito Federal), o mesmo deverá ser ratificado (ou não) pelas respectivas Assembleias Estaduais. Só após aprovados legislativamente, os convênios passam a ter eficácia, pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que, ratificando o Convênio, o estabelecem como válido. O mesmo se aplica aos municípios.

Tendo a fundamentação da legislação, a guarda dos documentos eletrônicos vai muito além da NF-e (modelo 55, SINIEF 07/05), ela também se aplica aos outros documentos como, por exemplo, o CT-e (SINIEF 09/07), MDF-e (SINIEF 21/10), NFC-e, CC-e, além da NFS-e que depende da legislação de cada município.

Outra lei importante que não poderia deixar de mencionar é a de número 8.137 de 27.12.1990 do Código Tributário Nacional, onde estabelece crimes contra a ordem Tributária e podem render uma pena de dois a cinco anos de reclusão, mais a aplicação de multa, em seu artigo I (primeiro) que diz: "Constitui crime contra a ordem tributária (…) negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação.". Por isso é imprescindível alertar e informar os contribuintes que precisam guardar seus documentos eletrônicos corretamente.

O empresário tem de ter em mente três premissas base antes de guardar qualquer um desses documentos:

·         Verifique a assinatura digital do documento.

·         Confira a autenticidade do documento junto ao SEFAZ emissor.

·         Averigue a existência da autorização de uso junto ao documento.

As ferramentas que somente guardam os documentos, ou que somente validam no momento do registro da operação e não acompanha seus eventos, são passíveis de erros e gera passivo fiscal às organizações. Ainda precisamos acrescentar mais um item importante na gestão dos documentos eletrônicos, que é a manifestação do destinatário (MD-e Ajuste SINIEF 05/12), que aumenta sua obrigatoriedade para todo o setor de bebidas e cigarros agora no meio deste ano.

A obrigatoriedade de guardar os documentos eletrônicos vai muito além da simples guarda de documentos, é preciso estar alinhado com suas relações legais prevenindo possíveis dores de cabeça.

Fonte: Contabilidade na TV

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Contador vira aliado na busca por eficiência operacional das empresas



Esse profissional, hoje reconhecido como alguém capaz de sentar-se à mesa com os diretores para apontar as áreas mais e menos eficientes dentro da companhia, virou um valioso aliado.

A busca por maior eficiência operacional entrou de vez na agenda dos empresários. Se, em tempos de economia normalizada, fazer mais com menos recursos já é algo perseguido naturalmente pelos gestores, no momento, tornou-se praticamente uma obsessão.

Isso acontece porque, numa situação de crise como a atual, com perda de faturamento e clientes no radar, as despesas precisam ser controladas com lupa. É isso ou, em muitos casos, a empresa terá de fecharas portas.

Para evitar que situações extremas como essa aconteçam, as organizações apelam, cada vez mais, para uma figura antes colocada de lado na hora em que as decisões de negócios eram tomadas: o contador.

Esse profissional, hoje reconhecido como alguém capaz de sentar-se à mesa com os diretores para apontar as áreas mais e menos eficientes dentro da companhia, virou um valioso aliado. O contador conhecido como guarda-livros, aquele que só ficava em sua cadeira à espera de informações, vem perdendo espaço nas empresas.

A mentalidade dos administradores vem mudando e o contador, que já foi visto como mais um centro de custos, passou a ser percebido como um parceiro de negócios capaz de colaborar com a melhoria de eficiência.

Essa mudança de patamar, no entanto, tem seu preço. Para colaborar de forma estratégica com a empresa o contador precisa agregar às suas habituais competências técnicas novos conhecimentos. Ter noções de finanças corporativas e, principalmente, conhecer a fundo o segmento de atuação dos clientes ganhou relevância.

Os contadores vêm se tornando também consultores. Só que isso exige uma nova postura, com o profissional saindo de sua caixinha e passando a pensar em como aliar a Contabilidade à lógica dos negócios.


IFRS

Os profissionais de Contabilidade passaram a ser demandados para tarefas estratégicas a partir da Lei 11.638, que abriu o caminho para a chegada das normas internacionais de Contabilidade no Brasil. Entretanto, especialistas acreditam que ainda há um longo aprendizado pela frente até que se consiga usar da forma adequada Contabilidade como ferramenta de gestão.

Para isso é preciso que ocorra uma mudança na mentalidade dos dois lados: contadores e empresários. O contador precisa se preparar para a nova realidade e esse novo papel, mas a alta administração das companhias tem de fornecer as ferramentas necessárias e compartilhar informações. Sem saber em que lugar exatamente a organização quer chegar o contabilista tem seu trabalho bastante limitado.

Fonte: Revista Dedução 

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Escrituração Contábil Digital (ECD)



Resumo: A Escrituração Contábil Digital (ECD) integra o projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Saiba quais as novidades para 2015. As informações referentes ao ano-calendário 2014 deverão ser transmitidas até junho. - Participantes: Sérgio Roberto da Silva; Profissional da Contabilidade, doutorando em Contabilidade e professor. Alexandre Ferezini; Empresário da Contabilidade e conselheiro do CRC SP.

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